Diante de si a folha branca reluzia a luz. O papel parecia brilhar. Pegou uma caneta e cuidadosamente começou a escrever.
As linhas começaram a se fazer distintas. As letras se alinhavam formando palavras e frases. Tudo passava a ganhar um sentindo tentando transparecer um sentimento. O sentimento estava em segundo plano, impregnando cada ação desde seu início.
As palavras correram até o final da folha. Tinha chegado ao fim.
Pegou um isqueiro para queimar o papel e, juntamente, todas as palavras que carregavam consigo a transcrição do que estava em seu íntimo. Antes de colocar o papel na chama, escreveu: Eu vivo você!
As linhas começaram a se fazer distintas. As letras se alinhavam formando palavras e frases. Tudo passava a ganhar um sentindo tentando transparecer um sentimento. O sentimento estava em segundo plano, impregnando cada ação desde seu início.
As palavras correram até o final da folha. Tinha chegado ao fim.
Pegou um isqueiro para queimar o papel e, juntamente, todas as palavras que carregavam consigo a transcrição do que estava em seu íntimo. Antes de colocar o papel na chama, escreveu: Eu vivo você!