Eu queria que minhas palavras não fossem jogadas ao vento. Que elas tivessem a direção do seu coração.
Queria que minhas frases pudessem passar o sentido que existe no meu coração.
Queria tantas e tantas coisas sempre, mas o principal era você.
Quem me dera que de minhas palavras o amor verdadeiro se tivessem feito, tivesse se formado e se estabelecido eterno.
Agora porém só queria dizer: Eu vivo você!
O maior serviço de referência sobre o Amor!
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Aquela caminhada, nossos passos ao nada
Ao abrir o guarda-roupa e viu o cabide vazio. Nesse cabide havia um casaco tempos atrás. Voltou a fechar o guarda-roupa, fechou seus olhos e encostou a testa na porta. Lembrou-se de quando usou aquele casaco pela última vez. O dia estava frio mesmo ensolarado. O ar estava gelado, mas naquele momento não tinha percebido isso. Na rua seus passos eram acompanhados , passos em sintonia. Passos no mesmo ritmo. Os sorrisos eram correspondidos, estavam numa neblina única que isolava aquele momento do restante da humanidade.
Não tinha como ver através da neblina, por instantes o mundo estava separado e distante. Não havia nada, exceto os passos, os sorrisos e as palavras que fluiam. Palavras que ninguém mais seria capaz de entender, pois naquele momento o mundo estava fora do compasso daqueles passos. Não havia caminho sendo percorrido, somente passos sendo dados.
Voltou a abrir os olhos, por um momento a nostalgia tomou conta. Lembrou-se daquela caminhada, não havia destino nem futuro nela. Essa certeza tirou a nostalgia para trazer outra dor conhecida.
Sentiu o ar faltar. Puxou o ar com força, fazendo seu corpo funcionar. A vida tinha se tornado isso: olhar um cabide vazio, um quarto vazio, uma cama e uma vida vazia. E lembrar dos passos que antes acompanhavam a vida, passos que terminavam ao encontrar a cama, passos que percorriam o quarto.
Voltou a fechar os olhos, voltou a lembrar daquela caminhada. Sentiu a mão tomando a sua, a força delicada que envolviam as mãos, nesse instante o compassou se tornou uma marcha perfeita, cada movimento integrado, sem saber onde terminava e começava.
O compasso tinha se perdido, a caminhada teve um fim, mas nunca um objetivo. A vida tinha se tornado como aquela caminhada. Tinha perdido o compasso e sentido. Abriu os olhos e foi em direção a cama, deitou-se e se deixou afogar no momento. Todos os passos dados não tinham levado a lugar nenhum. Só havia o caminho percorrido e a sua frente o nada. Não tinha conseguido chegar em lugar nenhum.
Queria poder voltar atrás, caminhar novamente por todos os lugares idos. Fechava os olhos para se perder no labirinto das lembranças. Muitas lembranças doces como aqueles passos. Eram lembranças suaves como o ritmo dos passos. Outras lembranças eram como a corrida que tinha antecedido os passos. Correu para chegar naquela praça e para daquele encontro fazer uma caminhada. Não gostava de correr mas para poder anteceder cinco minutos tinha corrido, perdido o ar e também parte do foco.
Deixou que os momentos tivesem em si o foco, a direção e a meta da vida. Disso resultou só um emaranhado de momentos que não podiam mais se repetir. Aquele cabide nunca mais sustentaria aquele casaco. Os passos nunca mais teriam seu ritmo próprio. Os caminhos agora eram diferentes e não se cruzariam mais.
Teve que se esforçar para respirar. Levantou e abriu o guarda-roupa. Viu o cabide vazio, mas o ignorou, não podia se prender todo o tempo as lembranças. Ignorou a mensagem que o cabide passava. Pegou um casaco qualquer e o vestiu. Saiu para caminhar, novamente não havia rumo, ponto de chegada ou objetivo.
Os passos não eram acompanhados e se perdiam no ritmo da cidade. Mas tinha ainda que fugir dos passos que acompanhavam na lembrança. Concentrou-se em seus passos solitários. Ouviu a batida, sentiu o ritmo de si. Um novo compasso tinha chegado. Queria esquecer, lembrar, morrer, viver. Não entendia o novo compasso. Só entendia que queria gritar: Eu vivo você!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
E quando chega ao fim?
José de Alencar termina o livro Iracema dizendo que tudo passa nessa vida. Eça de Queirós diz no livro o Primo Basílio que o amor já começa com prazo de validade. Fernando Sabino num momento do livro Encontro Marcado demonstra que às vezes queriamos o fim muito antes de quando acontece.
O importante não é se rebelar contra a vida, ou, aceitar tudo passivamente. O importante, de verdade, é que tudo passa.
Tudo passa nessa vida. Passam os amores, as amizades, os sorrisos, as lágrimas, as dores, o Sol, a chuva, o dia, a noite, os bons e maus momentos.
Nessa vida nada foi feito para ser eterno, todas as coisas terminam um dia ou outro. Algumas quando terminam trazem sorrisos, outras lágrimas.
É a vida, sorrir ou chorar, mas sentir algo.
Sentir alguma coisa nos faz humanos, nos faz continuar caminhando. Passos lentos ou rápidos, passos tristes ou alegres, mas sempre continuar caminhando até o grande fim da vida.
Afinal, tudo e todos passam.
O importante não é se rebelar contra a vida, ou, aceitar tudo passivamente. O importante, de verdade, é que tudo passa.
Tudo passa nessa vida. Passam os amores, as amizades, os sorrisos, as lágrimas, as dores, o Sol, a chuva, o dia, a noite, os bons e maus momentos.
Nessa vida nada foi feito para ser eterno, todas as coisas terminam um dia ou outro. Algumas quando terminam trazem sorrisos, outras lágrimas.
É a vida, sorrir ou chorar, mas sentir algo.
Sentir alguma coisa nos faz humanos, nos faz continuar caminhando. Passos lentos ou rápidos, passos tristes ou alegres, mas sempre continuar caminhando até o grande fim da vida.
Afinal, tudo e todos passam.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Tipos de Amor
Muitas pessoas discutem qual é o tipo amor mais díficil de conviver.
Muitos dizem que é o amor platônico quando você ama alguém imensamente, mas nunca tem coragem de se declarar. Quando você ama sem esperanças.
Outros dizem que o pior tipo de amor é o amor não correspondido, pois a pessoa mesmo sendo amada não tem como te amar também.
Mas eu digo que o pior tipo de amor é o amor impossível.
Amores impossíveis são aqueles em que a vida enche as pessoas de obstáculos. Quando se acredita ter passado por uma, surgem mais duas dificuldades. Alguns amores são asssim, as pessoas se amam mas por algum motivo não faz parte de seus destinos ficarem juntas.
Todos os amores exceto o amor impossível apresenta um consolo.
O amor platônico a pessoa sempre poderá se iludir que poderia a vir ser amada.
O amor não correspondido, você sabe que alguma coisa faltou.
Mas o amor impossível não tem consolo.
A pessoa te ama, você a ama. Mas a vida não permitirá nunca que fiquem juntos.
No amor impossível você pode lutar de todas as maneiras, mas a vida sempre vencerá você!
Muitos dizem que é o amor platônico quando você ama alguém imensamente, mas nunca tem coragem de se declarar. Quando você ama sem esperanças.
Outros dizem que o pior tipo de amor é o amor não correspondido, pois a pessoa mesmo sendo amada não tem como te amar também.
Mas eu digo que o pior tipo de amor é o amor impossível.
Amores impossíveis são aqueles em que a vida enche as pessoas de obstáculos. Quando se acredita ter passado por uma, surgem mais duas dificuldades. Alguns amores são asssim, as pessoas se amam mas por algum motivo não faz parte de seus destinos ficarem juntas.
Todos os amores exceto o amor impossível apresenta um consolo.
O amor platônico a pessoa sempre poderá se iludir que poderia a vir ser amada.
O amor não correspondido, você sabe que alguma coisa faltou.
Mas o amor impossível não tem consolo.
A pessoa te ama, você a ama. Mas a vida não permitirá nunca que fiquem juntos.
No amor impossível você pode lutar de todas as maneiras, mas a vida sempre vencerá você!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
É o coração...

"É o coração que mais dói quando as coisas dão errado e se desmoronam."
Eu Sou o Mensageiro - Markus Zusak
ZUSAK, Markus. Eu Sou o Mensageiro. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2007.
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